MM
 
Dentro de um abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo o que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve.
Martha Medeiros.   (via alentador)
Mas o que parecia medo era a coragem me dando as boas-vindas, me acompanhando naquele recuo solitário, quando aprendi que toda escolha requer ousadia.
Martha Medeiros
Só nos tornamos verdadeiramente adultos quando perdemos o medo de errar. Não somos apenas a soma das nossas escolhas, mas também das nossas renúncias. Crescer é tomar decisões e, depois, conviver pacificamente com a dúvida. Adolescentes prorrogam suas escolhas porque querem ter certeza absoluta – errar lhes parece a morte. Adultos sabem que nunca terão certeza absoluta de nada, e sabem também que só a morte física é definitiva. Já “morreram” diante de fracassos e frustrações, e voltaram pra vida. Ao entender que é normal morrer várias vezes numa única existência, perdemos o medo – e finalmente crescemos.
Martha Medeiros. (via romantizado)
Vergonha? Senti poucas vezes na vida, quando não me reconheci dentro da própria pele. Mas estando em mim, sob qualquer circunstância, jamais estarei só.
Martha Medeiros
Crescer custa, demora, esfola, mas compensa. É uma vitória secreta, sem testemunhas. O adversário somos nós mesmos.
Martha Medeiros.  (via romantismos)
Por favor. Onde encontro o texto original da crônica "A Morte Devagar" de Martha Medeiros, de novembro de 2000. Já encontrei incontáveis versões.
Anonymous

Olá!
Neste link você encontrará a publicação original da crônica no jornal Zero Hora em 2000:

http://zerohora.rbsdirect.com.br/pdf/5736234.pdf

E aqui um artigo contando como tal texto foi mal atribuído a Pablo Neruda:

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2009/01/martha-medeiros-e-autora-de-poema-atribuido-a-neruda-2366566.html

Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima. Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar.
Martha Medeiros.   (via involuntus)